34 após o 25

Sexta-feira, Abril 25th, 2008 @ 21:30 | Música, Sociedade

É bom não esquecer do que se passou à 34 anos. E para os mais esquecidos, e para aqueles que têm a coragem de dizer que “isto no tempo de Salazar é que era…”, lembro que até à 34 anos atrás, vivíamos numa ditadura onde não existia a liberdade de expressão, e a opressão fazia parte do dia a dia dos portugueses.

Eu como português nascido 10 anos depois do 25 de Abril, digo apenas: Obrigado a todos que lutaram pela minha liberdade, graças a vocês hoje posso dizer que sou livre.

 

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    Uma resposta to “34 após o 25”

    1. Nádia Lopes Says:

      ola:) como leste o meu comentário todo, o que demonstra grande coragem da tua parte decidi comentar outra vez;)
      Gostei deste teu post e, também, eu agradeço a todas aquelas pessoas que de uma forma ou de outra contribuíram para o derrube do regime Salazarista.
      em relação à aqueles indivíduos, que também referes aqui, e que ainda ousam afirmar ‘ah antigamente é que era bom’. A maioria deles curiosamente não viveu este período, e os que afirmam isto e passaram por esta época provavelmente viviam em regiões mais pacatas tinham uma típica mentalidade de direita, e não se importavam de perder os seus filhos em prole do bem da nação …

      ‘A liberdade é como o ar, só sentimos a sua falta quando temos dificuldades em respirar’ 1
      talvez,por isso, hoje em dia, muita gente não dê valor ao esforço de todos aqueles que viveram no Estado novo e contribuiram para o enfraquecimento e consequente queda do regime, por vezes, ate com a sua própria vida!

      E depois do adeus, o povo é quem mais ordena! o nosso sistema politico pode se encontrar a nos luz da perfeição, a maioria de pessoas nem se interessa por politica, mas se nos unirmos todos nós podemos fazer a diferença, podemos ter o país com que sempre sonhamos.( agora estou a levantar as asas)

      “(…)uma gaivota voava, voava, asas de vento, coração de mar, como ela somos livres, somos livres de voar.(…) uma criança dizia, dizia, quando for grande não vou combater, coma ela somos livres, somos livres de dizer..”

      P.s- o comment foi feito um pouco à pressa, desculpa.
      fica bem e continua:D

      1 BAUMAN, Zygnunt, A Liberdade, Lisboa, Editorial Estampa, 1989.

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