Frustração…
A sensação de frustração (no contexto das nossas actividades profissionais) invade-nos constantemente, mas será que a podemos evitar?
Hoje vou divagar um pouco sobre esta questão, porque tem sido esta a pergunta que me tem surgido constantemente…
Mas depois surge outra pergunta: Porque surge a frustração?
A resposta imediata será: porque não conseguimos alcançar os nossos objectivos. Mas será que os nossos Objectivos foram coerentemente estabelecidos ? Será que fomos objectivos em relação aos nossos Objectivos (passo a redundância) ?
Muitas vezes o a origem das frustrações passa por não sabermos definir os objectivos, e consequentemente por não conseguirmos esmiuçar esses objectivos em tarefas.
Assim os objectivos têm que ser executáveis e devem ser estabelecidos objectivos a curto, médio e longo prazo.
Se vos mandarem comer um bolo inteiro(um bolo com 1 kg, vá), de certeza que não o conseguem comer todo de uma só vez, no entanto se o partirem em fatias, e o forem comendo ás fatias conseguem la chegar (talvez com problemas de excesso de açúcar no sangue, mas isso já é outra história).
Devemos “perder” tempo a planear objectivos e “sub-objectivos”/tarefas. Esse tempo vai ser, ganho depois na execução das tarefas, e consequentemente leva-nos à realização dos objectivos.
Pessoalmente, tenho o péssimo habito de não criar um horário pessoal de tarefas diárias, mas quando faço, nem que seja só mentalmente, um “horário” de “coisas a fazer” para o dia seguinte, a produtividade ganha, é visível, e no final fico sempre com tempo para fazer aquelas coisas que realmente gosto.
E a longo prazo, os objectivos estabelecidos serão satisfeitos , e como consequência a menor frequência do sentimento de frustração.
Será que estou certo nesta divagação?
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